Por onde começar ?

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

07112008

Mensagem 

default Por onde começar ?




Olá, quero antes de tudo pedir desculpas se já houver aqui no Fórum um post desse tipo, pois procurei e não encontrei.

Gostaria da ajuda de pessoas mais experientes quanto à produção musical, pois sou músico, toco violão e sou fascinado por esse mundo de produção musical e tudo o que acompanha em seu processo.

Gostaria que me explicassem o que preciso aprender para começar a produzir músicas com softwares disponíveis, efeitos de voz, instrumentos, mixagem, masterização.
Nesse assunto sou muito amador e gostaria de me aprofundar, pois faço umas baguncinhas no meu PC usando um programinha chamado Audacity, mas a qualidade não atende às minhas expectativas, tentei instalar o Sonar 6 e ele não funciona direito por eu ter um Sistema operacional Windows Vista 64 bits.

Tenho muita vontade de aprender, sei que as ferramentas estão aí, prontas para o uso, só me falta direcionamento, se alguém puder me dar essa força agradeço.

Uma abraço a todos.


Anderson Rocha

asrpja

Número de Mensagens : 4
uma verdade: : Tudo é treino !!!
uma música boa: : Açaí
uma música ruim: : Dança da Vassoura
- :

Voltar ao Topo Ir em baixo

Compartilhar este artigo em: BookmarksDiggRedditDel.icio.usGoogleLiveSlashdotNetscapeTechnoratiStumbleUponNewsvineFurlYahoo!Smarking

Por onde começar ? :: Comentários

Mensagem em Sex Nov 07, 2008 1:01 pm por allneri

Anderson,

escrevi ontem uma mensagem para o UUK com o mesmo tipo de dúvida. Este site ajuda muito, os guias são bem legais, mas ainda acho o nível um pouco elevado para quem está começando. Vou tentar fazer minha versão, e quem puder ajudar, agradeço.

Eu dividiria a elaboração de uma música no computador em 9 partes:

1) Hardware
2) Composição
3) Arranjo
4) Programa Host
5) Gravação
6) Instrumentos VST
7) Efeitos VST
Cool Mixagem
9) Masterização

Vejo que a conversão analógico-digital tá tranquila, né, porque vc já grava coisas. Pedais fazem isso, mas tem placas de áudio especiais e mesmo diversos tipos de conversores USB para se usar. Eu uso um pedal da ZOOM com saída USB para meu baixo, um teclado MIDI da M-Audio e o Fast Track Pro para gravar voz e guitarra, também da M-Audio. Antes eu gravava tudo no pedal sem efeitos, mas com o Fast Track ficou mais fácil. Se você precisar de mais detalhes quanto a hardware instrumento-micro, ASIO drivers, cace aí na net que sempre se acha algo, ou no manual do fabricante da sua interface.

Composição é com você, que música você quer fazer, que idéias quer passar. Acho isso pessoal.

Outro aspecto da composição muitas vezes negligenciado, porém, merece umas linhas. O arranjo seria definir que instrumentos vão participar de sua música, quando e como. Eu acho que o arranjo define o estilo da música, mas do que a composição. Eu gosto de rock estilo Maiden, Primus, Ramones, Pink Floyd, Rush, mas tenho prazer em ouvir outros estilos também. Roberto Carlos, independente de gosto musical, tem, na minha opinião, umas músicas bem legais. Ele e Erasmo compões bons refrões, eu sempre imagino Lady Laura cantada pelo Joey Ramone com um sotaque engraçado, mas o arranjo dele pós 68 é um fiasco quase total e completo, aquela orquestra me dá arrepios, não consigo ouvir sem querer vomitar ... Tem uma música do Bruno e Marrone que eu adorava tocar no violão, apesar de odiar ouví-los cantar, e que depois virou uma música maneira numa versão em espanhol, "Se não tivesse ido", algo assim. Uma mesma composição pode virar várias músicas diferentes ,depende do arranjo. A turma do techno que o diga!
E você já foi no Carnaval, Micareta, etc.? Bom se não foi, recomendo ir solteiro, que vale a pena, "o axé vende beijo na boca", disse uma reportagem dia desses. De todo jeito, o que a turma do axé faz é alterar o arranjo das músicas para que tudo se encaixe no seu padrão, então rola rock, sertanejo, forró, pagode, tudo em ritmo de axé. Arranjo é uma etapa da composição que vai além de criar música e letra, e às vezes pode arruinar ou consagrar uma mesma música.

Seja compondo, seja tocando música de outras pessoas em sua versão, você vai precisar acima de tudo de um programa host (vi esse nome no harmony-central.com, se existe o aportuguesamento, corrijam-me), um programa que chama as demais funções. Eu uso o CUBASE porque veio com o pedal que comprei, e pelo visto é o mais difundido, mas aqui tem umas 2 dúzias para se escolher. Cubase, Reaper, Sonar, Soundforge, Fruit Loops, etc. Os administradores do fórum gostam do Reaper porque é pequeno, a interface dele é fácil e além do mais tem um nome legal (Reaper é a ceifadora, A morte!), mas por enquanto vou ficar no CUBASE mesmo, já peguei o traquejo. No futuro, quem sabe?

Com o programa host definido, tem que ler o manual para saber como operá-lo (o Cubase tem a vantagem de ter um tutorial aqui). O programa host permite que você grave as faixas que quer na música com cada instrumento desejado. Ele tem que enxergar seu hardware de áudio, por isso ler o manual é fundamental. Aspectos de como gravar, como alterar o tempo da música, como carregar parâmetros e afins só se aprendem testando e estudando. Isso não tem muito como ajudar.

Na gravação, tomar cuidado com ruído e importante, e também com a afinação dos instrumentos. Parece óbvio, mas não é! De resto, melhores guitarras, melhores microfones, melhores micros que possuem menor atraso (latency) entre a gravação e a audição são tópicos importantes.

A partir daí vem os instrumentos VST. Sei que tem outros padrões na praça, mas acho que o VST roda na maior parte dos programas. Você instalar o VST que quer, e seu programa host pode usá-los na elaboração/edição das músicas. Caso você esteja só, Tem vários VSTs de baterias e diversos instrumentos para se editar. A maioria dos programas Host podem editar instrumentos VST usando um teclado midi (por isso comprei um) ou em uma tela direta, com o mouse. É preciso adicionar uma faixa midi para cada instrumento VST que se deseja trabalhar. Aqui no audioforum tem várias opções de baterias e sintetizadores, veja "Os 10 plugins essenciais".

Outro grupo de VST são os efeitos, que atuam sobre faixas de áudio. Eu não entendi muito bem a diferença entre send effects e insert effects, acho que o primeiro age no som apenas durante a reprodução ou gravação final, e o segundo fica incorporado no sinal de áudio no processo de gravação, sem poder ser removido. Enfim, no final das contas ambos fazem a mesma coisa, alteram a forma de onda do sinal de áudio gravado. Distorção, Flanger, Compressor, reverber, Equalização, tremolo e todos os demais efeitos que você pensar podem ser incorporados de modo a alterar o áudio gravado.
Esses efeitos tem que ser instalados no micro e, de alguma forma, serem "chamados" por seu programa host. Reverb, Delay, Simuladores de amplificadores, compressores, vide "Os 10 plugins essenciais" novamente.

Depois de definir como cada faixa de áudio tem que soar sozinha, você tem que mixar. Estou aguardando o tutorial do site, há muitas referências na net, livros e afins, mas basicamente mixar significa combinar cada faixa do modo que você pensou ela com um volume/nível específico. Depois de trabalhar cada faixa, você junta tudo na mixagem para produzir um único conjunto, uma única música. Às vezes o processo de mixagem é iterativo, ajusta a mixagem, vê que precisa alterar algo em apenas uma das faixas, refaz a edição da faixa, ouve novamente, altera a mixagem, enfim, um trabalho de ouvido e de paciência. Que instrumento deve ficar mais alto, que horas isso acontece, etc. Todo programa host faz isto.

Por fim, acontece a masterização. Com a mixagem pronta, você cria uma faixa única de música, a sua música enfim. Só que é preciso normalizar o volume geral de modo a não acontecerem picos indesejados, eventualmente ouvir quais frequências, no conjunto da obra, devem ser priorizadas, corrigir alguns pequenos deslizes da mixagem, etc. A masterização, até onde li, é considerado um do momentos em que mais se precisa ter ouvido treinado. Não me pergunte porque, só sei que é assim!
Eu vou tentar masterizar usando o Cubase de novo: Depois de mixar e gravar uma versão, eu abro outro arquivo com aquele som wave e tento editar uma faixa única para fazer minha masterização. Talvez exista uma forma melhor de fazer isto, mas essa vai ser minha solução no momento.

Como eu gravo, na prática, rock e pop, e minha banda acabou se tornando de um homem só (por enquanto), eu falei do que uso e do que pretendo usar. Não sei usar loops, não sei usar automação, não entendo de samplers, e meu caminho ainda é longo até precisar entender destes temas, mas creio que foram mais ou menos estas as dicas que eu queria ter visto quando comecei a gravar minhas músicas.

SDS,

All

Voltar ao Topo Ir em baixo

Mensagem em Sex Nov 07, 2008 2:26 pm por asrpja

Boa All

Cara, muito obrigado pela ajuda, usarei esse texto como guia para começar com esse negócio de produção musical, quanto ao arranjo e estilo musical, eu estou procurando escutar um pouco de tudo, principalmente jazz e blues para estudar violão/guitarra. E é o único ítem que eu me garanto, gosto muito de mpb e estou entrando na onda desses rocks mais antigos como pink floyd e tal. Acho que música é como o vocabulário, vc só apura a partir do momento que você vai lendo diversos livros de qualidade e temáticas diferentes, tenho muito que crescer musicalmente, fiquei 4 anos parado e estou retomando agora os estudos, e quando comecei, não tinha internet e todos esses recursos que hoje estão à disposição.
Me lembro há uns 5 anos atrás que fui a um estúdio caseiro fazer uma gravação, que na minha opinião nem ficou muito boa e na época o PC utilizado não tinham tantos recursos como os de hoje tem (hardware, software, memória), me lembro de uma mesa básica de 8 canais e duas caixas, e o pior de tudo isso, paguei 100 reais por 1 faixa com voz, violão e teclado.
A partir daquele dia fiquei me matutando, se aquele cara tem um estúdio em casa e faz aquilo, eu também poderia ter e fazer ainda melhor. E hoje com os recursos que tenho acho que já dá pra começar esse projeto.
Não tenho pressa em aprender, e conto com a ajuda de vcs aqui do fórum.


Novamente muito obrigado pela força.

Abraço

Anderson Rocha

Voltar ao Topo Ir em baixo

Mensagem em Sex Nov 07, 2008 4:25 pm por kitty

Uau! cheers

hey Allneri!

Em nome de toda equipe do fórum eu gostaria de dar-lhe os
Exclamation PARABÉNS!Exclamation

e agradecer pela sua iniciativa fenomenal de compartilhar seus conhecimentos com o resto do planeta! Like a Star @ heaven Like a Star @ heaven Like a Star @ heaven

Muito obrigada! sunny

Vou tentar esclarecer melhor algumas dúvidas que notei no seu texto:

Vejo que a conversão analógico-digital tá tranquila, né, porque vc já grava coisas. Pedais fazem isso, mas tem placas de áudio especiais e mesmo diversos tipos de conversores USB para se usar.

gente, o mundo da música é muito complexo
envolve desde cáculos cabeludos de física para entender fenômenos acústicos até viagens psicodélicas com LSD que inspiram músicas inesquecíveis!

pra explicar algumas coisas, como diferença entre sinal analógico e digital, por exemplo, precisamos entrar um pouco na parte teórica e falar um pouco de física, gráficos etc

vou tentar só passar a idéia geral da coisa - recomendo que vocês estudem com mais detalhes a diferença entre sinal digital e analógico!

tá, vamos por partes.

o som analógico é aquele que ainda não foi convertido em 010101011
por exemplo, o som de um violão, uma bateria e qualquer outro instrumento acústico, o som que você grava numa fita k7 com um microfone ou num gravador de rolo etc

quando vamos gravar, o microfone converte os diferentes níveis de pressão no ar gerado pelas vibrações sonoras em sinais elétricos de diferentes valores. Esse sinal pode passar por uma mesa de som (analógica ou digital) e de lá para um gravador - que também pode ser analógico ou digital.

Sempre que um sinal analógico for entrar dentro do mundo digital ele precisará ser convertido em números, já que sinais elétricos não conversam com o mundo digital.

Cruzando esses valores com a linha do tempo, temos o famoso gráfico das ondas sonoras

Faz de conta que isso é um gráfico, a onda A é analógica e a onda D é digital


"olhando de longe" elas são praticamente iguais

Vamos olhar mais de perto para ver o que diferencia uma da outra:



Esse gráfico não é uma representação real, é só pra vocês terem uma idéia!

Quando o sinal é transformado em digital ele deixa de ser contínuo e é como se fosse picado em vários pedacinhos, cada pedacinho representa um momento da curva e cada um tem um diferente valor. Quanto maior for a relação pedacinhos/tempo, maior será a definição do som convertido.

No mundo digital cada pedacinho é um sample - e a relação de quantos samples aparecem por segundo é a famosa SAMPLE RATE - que num CD de música normal é de 44.000 samples/segundo ou Hz - hertz

Na hora de tocar um som digital, um conversor transforma esses "números" de volta para valores de sinais elétricos que aí vão ser enviados para os falantes, que vão vibrar e produzir o som.

Todo mundo que grava usando um PC está usando um gravador digital, ou seja, o sinal está sendo convertido pela sua placa de som no momento em que entra e sempre que você ouve um CD ou uma mp3 - só que aí sua placa faz o caminho inverso, converte de Digital para Analógico.

Hoje em dia já existem sistemas quase inteiramente digitais e dispensam alguns estágios de conversão (exemplo: mesas digitais, monitores de estúdio, sistema de home theater etc)

bom, eu tive que explicar tudo isso pra que vocês vejam que isso aqui:

Pedais fazem isso, mas tem placas de áudio especiais e mesmo diversos tipos de conversores USB para se usar.

está muito confuso!!

Sim, todos pedais digitais (zooms 505 da vida, pedaleiras etc) - convertem o som mas você não precisa usá-los pra isso, já que placa de som vai converter de qualquer jeito e quanto mais você puder evitar conversão de analógico pra digital e vice versa, melhor - já que a cada passagem você perde alguma coisa do som original.

Toda placa de som faz isso, não só placas especiais. Placas especiais tem uma qualidade melhor na conversão, mais resolução, sample rate mais alto etc.


programa host (vi esse nome no harmony-central.com, se existe o aportuguesamento, corrijam-me),

É isso mesmo! traduzindo ao pé da letra, seria o programa 'hospedeiro' - que vai 'hospedar' os VSTs

melhores micros que possuem menor atraso (latency)

sim, com certeza quanto melhor o micro melhor, mas geralmente os problemas de atraso/latência são decorrentes da placa. um computador mega master teria latência alta com uma placa onboard, por exemplo.

Eu não entendi muito bem a diferença entre send effects e insert effects, acho que o primeiro age no som apenas durante a reprodução ou gravação final, e o segundo fica incorporado no sinal de áudio no processo de gravação, sem poder ser removido.

OK, vamos explicar! que não é nada disso!! What a Face

Inserts - atuam somente na pista em que estão 'inseridos'. Exemplo, na sua pista de voz, adicione um reverb no Insert e o som da voz será afetado em tempo real por esse efeito, porém, sem modificar o arquivo original permanentemente - é diferente de você abrir o arquivo no soundforge e processá-lo com um reverb - aí sim, não tem volta, você alterou o arquivo. Com Inserts e Sends, você pode desligar o efeito sempre que quiser que o arquivo original está lá, por isso é um processo 'não destrutivo'.

Sends - Send siginifica "enviar". Ou seja, Sends são canais de saída que você tem em cada pista, a partir dos quais você pode enviar o som dessa pista para outras, geralmente para uma pista de efeitos. Exemplo: Num mix com voz, bateria, guitarra, baixo, você quer aplicar o mesmo reverb na guitarra e na voz. Crie uma pista de efeitos com o reverb. Aí então use os sends para enviar o sinal da guitarra e da voz para a pista que você acabou de criar com o reverb.

Enfim, no final das contas ambos fazem a mesma coisa, alteram a forma de onda do sinal de áudio gravado.

é....mais ou menos

não são a mesma coisa
os 2 alteram sim o sinal, mas cada um serve pra um tipo de aplicação diferente

Depois de definir como cada faixa de áudio tem que soar sozinha, você tem que mixar.

Nananinanão!

Num mix, pouco importa como as faixas soam sozinhas. Você já ouviu só o baixo da música Satisfaction do Rolling Stones?

Pois é, e provavelmente ninguém vai. O que importa é o mix, a música inteira. Faça o que for preciso para que o mix soe bem. Pode ser que o som da guitarra quando solado esteje uma 'nhaca' - se no mix estiver legal, já elvis! Não se deixe enganar pelo som das pistas separadas!

É justamente na interação entre uma pista e outra que a magia acontece!

Só que é preciso normalizar o volume geral de modo a não acontecerem picos indesejados

alerta! alerta!
Muito cuidado com esse termo "normalizar" - que é uma função que pode arruinar a dinâmica do seu mix se usada sem critério

Acredito que quando você disse normalizar foi mais com o sentido de balancear, deixar harmonioso e não aplicar a função "normalize" no mix.

Realmente a masterização é um momento delicado onde mudanças bem sutis, outras menos, são feitas na mix e para se masterizar "de verdade" você precisa de um ambiente com acústica muito bem tratada, monitores confiáveis, geralmente com sub-woofers para verificar as frequências mais graves e um ouvido já experiente, capaz de identificar problemas menos perceptíveis aos ouvidos destreinados.

É um momento de precisão cirúrgica onde os ajustes finos são feitos.

No mais, é isso aí mesmo.
Tem que fuçar, ler bastante, perguntar e principalmente ouvir!

Mais uma vez, agradecemos você Allneri, pela iniciativa e dicas realmente válidas.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Mensagem em Dom Dez 28, 2008 9:26 am por jazz

Pode Crêr,esse sim é o caminho,lembrando que uma boa mixagem exige conhecimentos praticos e teóricos,tem que se errar para aprender e perguntar para se creçer,em um boa mixagem vc deve tambem lembrar-se que,as frequências de cada instrumento ou voz devem ser observados com rigor e muito criterio,pois só assim vc tera uma boa mixagem e uma boa masterização.
Fazendo isso vc não precisa fazer aquela conhecida bateria de testes nos aparelhos de som da sua visinhança,ficou dentro desses padrões expostos,pode meter bronca que seu trabalho vai ter qualidade e profissionalismo compativel ao do mercado da música.

veja aqui um pouco do meu material http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/rappersdecristo1/

Voltar ao Topo Ir em baixo

Mensagem Hoje à(s) 10:58 am por Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum